segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Strogonoff de palmito - versão vegana

Apesar de não ser vegano, faz um tempão que não compramos leite e ovos por aqui. E assim, sentimos uma diferença enorme (para melhor) na energia e vigor e uma diferença enorme também (pra menor!) na conta da mercearia. A "mania" agora aqui em casa é adaptar receitas vegetarianas para a realidade vegana (sem leite-ovos). Nesse fim de semana foi a vez do strogonoff de palmito. A receita original que circula na internet leva leite e uma "tonelada" de queijo. Fazendo algumas alterações, dá pra substituir todo aquele queijo por ingredientes como farinha de arroz. Aqui vai a receita: Strogonoff de palmito - versão vegana molho: farinha de arroz leite de aveia coado farinha de trigo branca cebola picada e alho catchup caseiro e mostarda caseira Ingredientes: champignon já higienizado palmitos beringelas (opcional) Acompanhamento: Corn flakes Como fazer: Picar os palmitos de comprido, cortar os champignons em fatias médias, saltear as tiras de beringela. Misturar os ingredientes do molho no liquidificador e na quantidade desejada, de acordo com a intuição. Fica um mingau médio, liquido o suficiente para derramar fácil do liquidificador. (A proporção é mais ou menos uma xícara de farinha de arroz para cada duas colheres de sopa de farinha de trigo.) Dourar o alho e a cebola numa frigideira alta, usar uma gotinha de óleo Derramar a mistura na frigideira, e mexer até formar uma bola. Dourar esta bola de massa também. Depois de dourada, essa massa volta para o liquidificador para "alisar". Ir adicionando catchup e mostarda até atingir a cor ideal. Adicionar temperos a gosto: noz moscada, pimenta branca, gengibre, cardamomo, sal, etc. Depois de alisar, o molho vai para a panela, esquentar, mexendo em forma de "oito" com a colher. Adicionar os ingredientes e continuar mexendo. Adicionar água quando necessário. Quando estiver pronto, é só servir imediatamente. Acompanhamento: Em uma frigideira sem óleo, passar o corn flakes até ele ficar levemente tostado e crocante. É um bom substituto para as batatas fritas. Por Sandro

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Matou a pau

Adorei ver comida viva no globo reporter. Agora, meio mundo que achava 'tudo isso' coisa de gente esquisita/border line está revendo seus conceitos. Mudança de paradigmas. (Que bom será se não virar paradigma!) O médico Alberto Peribanez Gonzales também é vivo quando o assunto é cair na rede da mídia:

A entrevista completa, concedida a Leda Nagle, no Sem Censura: Parte 1 Parte 2 Parte 3

Postado por MaFê

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Massa Ai-no-ko Crocante

Variação da Massa Crocante que emprestou ingrediente e sabor da terra do sol nascente.
Pode ser usada para tortas e petiscos.

2 xícaras de farinha integral
¹/2 xícara de água fervendo
¹/4 de xícara de azeite
¹/2 colher de sopa de fermento químico
1 colher de sopa de missô branco
1 colher de sopa de linhaça

Colocar o missô branco em cerca de metade da água fervente
e mexer bem até dissolvê-lo.
Colocar a linhaça na outra metade da água fervente e deixar repousar.
Colocar o azeite.
Colocar a água com a linhaça.
Acrescentar os ingredientes secos.
Misturar tudo até formar uma bola.

Abrir a massa para cobrir o fundo da torta
e reserve uma parte, para cobrir
(pode ser fazendo uma tampa ou um trançado.)

Ou para fazer petiscos,
colocando gergelim, ou ervas (orégano, manjeirona),
ou curry ou alho na massa
e depois abrindo a massa na espessura desejada
e dando o formato conforme a inspiração.

Assar em forno médio, até ficar crocante.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Microondas detona o alimento

Acabei de comprovar... mais uma vez.

A primeira vez que ouvi falar a respeito, não acreditei. E se você for falar a qualquer pessoa razoável, ela vai dizer que é bobagem - "Imagina. Cientificamente, não faz diferença entre um alimento esquentado em uma panela de outro aquecido no microondas..."

Eu comia. Comia e não sabia também. Até percebia que a comida feita na hora, e a aquecida algum tempo depois tinha outro sabor. Só não sabia o porquê - o "paradigma" em minha casa era aquecimento da comida em microondas, fim de papo.

Só fui perceber quando larguei o preconceito e comecei a aquecer o alimento do jeito antigo, primitivo, histórico: banho maria.

Quando aquecido assim, o alimento esquenta por igual, mantém suas propriedades, seu sabor.

Porque escrevo isso? Agora mesmo, por um ataque de "vontade de fazer tudo rápido" (juro que estou tentando me conter desses ataques...), fiz meu prato e coloquei no microondas...

Que coisa!

A comida, antes deliciosa, tempero cuidadosamente calculado para aprimorar o sabor do alimento, facilitar a digestão... verdadeira linguagem de amor em forma de alimento... tudo se transformou em uma insossa massa de papelão!

É por isso que as indústrias "carregam" nos temperos ao produzirem seus pratos "prontos", congelados, embalados e embalsamados - mortinhos da silva. Fora os "realçadores de sabor" adicionados, o 'enxaquéquico' glutamato monossódico.

Ao terminar de comer, percebi a segunda característica da comida aquecida em microondas: além de isossa, é desvitalizada. Os antigos indianos, yogues, já diziam que a principal fonte de vida dos alimentos seria o prana (energia vital) contido neles. E não apenas vitaminas, sais mineirais, carboidratos, etc. dos quais a ciência ocidental tanto se preocupa.

Pratão cheio, bem farto, daqueles que geralmente me satisfazem e sustentam por um longo período, mas ainda me senti com fome depois! Oh, sim. O alimento desvitalizado não nos fornece energia. Portanto temos que utilizar nossas reservas para digeri-lo. É como sacar o cheque em um banco.

Muita da vitalidade dos alimentos é perdida no processo de confecção descuidado. É por isso que ao comermos "bobagens na rua" saímos estufados, mas não satisfeitos. E sem pique para voltar ao trabalho...

Por Sandro

obs: Após a publicação deste post, a MaFê veio falar comigo que não devemos falar tão mal do microondas, não sermos avessos à tecnologia, pois microondas ainda é muito útil pra esquentar a massa do biscuit pra fazer artesanato!

obs2: Achei mais utilidades para o microondas:

- Aquecer aquelas bolsas-gel de colocar nas costas - é ótimo, o microondas aquece a bolsa por igual, e nunca passa da temperatura :D

- Esquentar água para fazer a lavagem do nariz (o jala neti): Super prático. Usa a água destilada + a medida certa de sal marinho (uns 10%... aqui em casa a gente usa soro fisiológico mesmo, que já vem na medida). Coloca a mistura dentro da lota (peça específica para fazer a limpeza) e leva ao microondas para esquentar na potência de descongelamento.
Cada microondas é diferente, mas em cerca de 20 segundos, a água está boa - tépida, temperada o suficiente para encostar nos lábios e não queimar.



Comentário póstumo:
O processo do banho-maria é bem antigo, mas não é tãão 'primitivo' assim: O processo recebe o seu nome em honra da alquimista Maria, a Judia.
Maria, a Judia
ou Maria, a Profetisa, é uma antiga filósofa grega e famosa alquimista que viveu no Egipto por volta do ano 273 a.C..
Neste processo, as substâncias nunca são submetidas a uma temperatura superior a 100º C, já que a partir dessa temperatura, todo o calor transferido para a água é convertido em energia cinética nas moléculas da água, formando-se vapor de água.

Dá também para amornar a comida viva nesse processo, se a gente tomar o cuidado de deixar a água ferver primeiro, desligar o fogo e depois colocar o vidro temperado com o alimento. Depois ir mexendo com as mãos até amorrrnar tudo por igual (não pode queimar as mãos, pois assim vai queimar o alimento também). Mas tem que ser vidro ou barro. Recipiente de metal não serve, pois transmite o calor muito rápido.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Cozinha transcultural – Legumes com ghee e missô

A cozinha aqui de casa pode ser considerada uma filial da ONU. Tem arroz, feijão, missô, ghee, trigo de quibe, um do lado do outro. Para os legumes: cerca de 1 colher de sopa de mãe de missô (beeeeemmmmmmm lotadona) cenoura em rodelas abobrinha brasileira em rodelas ervilhas em vagem (lavada, limpa e cortada em 3 ou 4 partes) cerca de ½ xícara de água cerca de uma colher de sopa rasa de ghee marsala ou curry em pó Coloque a água para ferver, e nela, fervida, coloque o missô e mecha para desmancha-lo. Tudo continua no fogo, acrescente o marsala ou o curry, o ghee e coloque os legumes. deixe cozinhar destampado até os legumes ficarem no ponto. ( O ponto é pessoal, eu gosto ainda crocante). Fica um molhinho com textura de ‘strogonoff’, que pode ser reduzido, ao gosto do freguês. Variação * com cogumelos shimeiji Coloque menos água, porque o shimeiji já solta líquido. O shimeiji vai para a panela um pouquinho antes dos legumes. O missô já tem sal. Tem 2 tipos de missô, eu prefiro o ‘branco’ que tem menos sal. Postado por MaFê

terça-feira, 1 de julho de 2008

Aquecedor solar e fonte de luz de garrafas PET

Olha só, com materiais baratos e recicláveis dá para bolar soluções ecológicas que demandam pouca ou nenhuma energia elétrica... Aquecedor solar de garrafas PET http://www.youtube.com/watch?v=wGdgUkkU4BI o manual se encontra aqui: http://josealcinoalano.vilabol.uol.com.br/manual.htm Luz natural de garrafas PET http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM681129-7823-LITROS+DE+LUZ,00.html

Experiências com Comida Viva

Outro dia achei a página da Ana Branco sobre experimentações com Comida Viva: http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/anabranc/portugues/experimentos.html Tudo bonito e saudável. Acho que vou pesquisar mais sobre isso!